Líder do governo diz que reforma da Previdência é sacrifício pelo equilíbrio das contas públicas

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta (4) a proposta de emenda à Constituição da Reforma da Previdência e a PEC Paralela que permite a adoção das novas regras para aposentadorias e pensões por estados e municípios.

Durante a votação, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, afirmou que a Reforma é um esforço para equilibrar as contas públicas. “A Reforma da Previdência implica muita dor. Nós estamos aqui fazendo um sacrifício para tentar equilibrar as contas públicas, porque ninguém discorda que o gasto previdenciário já ultrapassa R$ 800 bilhões e que está faltando dinheiro para os investimentos que a sociedade brasileira reclama”, disse.

Sobre a manutenção do abono salarial para todos os trabalhadores que recebem até dois salários mínimos, o senador afirmou que teria um impacto de R$ 76 bilhões no momento em que faltam recursos para políticas públicas de combate ao desemprego. O líder ainda recomendou o voto contrário à emenda que alterava o cálculo para pensão por morte.

A Reforma da Previdência passará agora pelo plenário do Senado, onde precisará da aprovação de pelo menos 49 dos 81 senadores, em dois turnos de votação.

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