Bandidos invadem casa do presidente da Câmara de Gravatá e trocam tiros com a polícia

A casa do presidente da Câmara de Vereadores de Gravatá foi invadida por bandidos armados nesta terça (18).

De acordo com a Polícia Civil, o vereador Léo do Ar estava em casa com algumas pessoas quando os suspeitos entraram no local. As vítimas foram feitas reféns, mas uma delas conseguiu ligar para a Polícia Militar.

Com a chegada da polícia, houve troca de tiros. Os três bandidos fugiram da casa, porém um deles foi capturado. Os outros fugiram.

O presidente da Câmara e todos que estavam no momento da invasão passam bem.

A Polícia Civil segue investigando o caso.

G1 Caruaru

Justiça declara nulo contrato com empresa de limpeza urbana de Gravatá

Justiça defere sentença de procedência em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em face do Município de Gravatá, declarando a nulidade do contrato nº 053/2022, firmado para prestação de serviço de limpeza urbana com a empresa AJA Locadora de Veículos e Serviços.

O Juízo de Gravatá concedeu a tutela de urgência (liminar) determinando a suspensão do contrato nº 053/2022, firmado pelo município de Gravatá com a empresa AJA Locadora de Veículos e Serviços, no prazo de 120 dias (a contar da intimação da presente decisão), a fim de evitar paralisação surpresa da execução de serviços de limpeza, coleta, transporte externo e destinação final de resíduos sólidos.

Também foi determinado a realização de novo processo licitatório, no prazo de 6 (seis) meses, a partir da data da intimação, para contratação do serviço, com elaboração de projeto básico com nível de precisão adequado, indicação do fundamento metodológico para a estimativa de quantitativos, fixação de preços máximos unitários e global e com a utilização de planilhas orçamentárias atualizadas na data da publicação do certame.

Para a Promotoria de Justiça de Gravatá, na ação civil pública, o Município, por intermédio de sua Comissão Permanente de Licitação, conduziu processo licitatório eivado de graves irregularidades, que afrontam a Lei de Licitações e Contratos Públicos (Lei 8.666/93), os Princípios da Isonomia, da Legalidade, da Impessoalidade, da Igualdade, da Vinculação ao Instrumento Convocatório, da Ampla Competitividade, da Vantajosidade e da Economicidade, e, portanto, ensejam a nulidade do contrato.

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