João Paulo Costa volta a defender continuidade de eventos privados em Pernambuco

Diante do avanço da vacinação e da chegada de épocas festivas neste início de ano, o deputado estadual João Paulo Costa (Avante) voltou a defender a continuidade de eventos privados em Pernambuco. O setor de eventos foi um dos mais afetados com a pandemia do novo coronavírus. “Sempre vou defender os eventos que seguem os protocolos sanitários, pois acredito na sua importância para a economia”, afirmou o deputado.

Dados da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape) apontam que mais de 350 mil eventos deixaram de ser realizados em 2020, no auge da crise sanitária no país. O deputado estadual acredita que a paralisação dos eventos privados pode interromper a retomada econômica que está acontecendo após a flexibilização das medidas restritivas. Segundo a Abrape, o setor deixou de faturar pelo menos R$ 90 bilhões de reais durante a pandemia. Em Pernambuco, o PIB teve quebra de 1,4% em 2020, com retração de 3% na produção dos serviços.

“É um setor muito importante para a economia do nosso estado, responsável por empregos diretos e indiretos. Não estamos falando só dos produtores dos eventos, mas de todos aqueles trabalhadores envolvidos nessa cadeia, desde a pessoa que faz a limpeza, até o ambulante que vende seu produto na frente dos eventos. A cadeia de entretenimento é uma das grandes responsáveis por levar o pão de cada dia de muitos trabalhadores”, enfatizou o parlamentar.

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, 82,15% dos pernambucanos já completaram seus esquemas vacinais. O avanço da vacinação é um dos responsáveis pela desaceleração da pandemia. Segundo o deputado estadual, ainda é necessário seguir todos os cuidados, principalmente nas atividades de lazer.

“Estamos na fase de convivência com o vírus, por isso os cuidados ainda são extremamente importantes. Nos eventos privados, é possível haver um controle sanitário, por meio das testagens que são realizadas nesses eventos, além do requisito de comprovante vacinal da segunda dose. Diferente dos eventos públicos, nos quais não há nenhum controle sanitário. Qualquer pessoa, mesmo sem estar vacinada, poderá estar perto de outras, em aglomerações e sem máscaras”, argumentou o deputado.



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