“Só um terremoto tira esta indicação de Danilo Cabral”, afirmam socialistas

Quem entende do riscado afirma que o governador Paulo Câmara deu uma forte sinalização de que o nome de Danilo Cabral segue cada vez mais forte para a escolha da chapa da Frente Popular.

No encontro com os aliados nesta quarta-feira, em reunião preparatória para um encontro mais formal hoje, para a definição da chapa da Frente Popular, chamou a atenção a presença do ex-secretário Nilton Mota entre os convidados para a reunião no Palácio do Campo das Princesas, entre os caciques.

Ele entrou mudo e saiu calado. Não deu uma única palavra, só ouviu. Como se estivesse representando alguém.

Nos meios políticos, imediatamente associou-se o nome dele a Danilo Cabral.

Nilton Mota foi secretário adjunto de Danilo Cabral na secretaria de Educação ainda no primeiro governo Eduardo Campos. Depois, virou secretário de Educação quando Danilo Cabral saiu para ser candidato a deputado federal.

Os dois são amigos pessoais há bastante tempo e é um homem da mais absoluta confiança do deputado federal.

“Por isto que, a preços de hoje, o candidato do PSB é Danilo Cabral. Só um terremoto tira esta indicação de Danilo”, afirmam fontes socialistas.

Na mesma reunião, o governador Paulo Câmara defendeu a necessidade de um candidato com um novo perfil, menos técnico e com mais experiência política.

Como a fala foi feita na presença de José Neto, da Casa Civil, apontado como um dos nomes na disputa, a leitura que ficou foi que estava sendo dado um recado claro de que o secretário estava fora do páreo, por ser mais identificado como um técnico.

O presidente do PSB em Pernambuco, Sileno Guedes, também participou do encontro.

Blog do Jamildo

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